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Coluna 2 – Mordendo Vento

Baixo nível

Os reservatórios de hidrelétrica com pouca água têm causado outro efeito, que não o risco de apagão por falta de água para gerar energia, o efeito econômico das cidades lindeiras às represas que investiram alto em turismo e se adaptaram a pesca comercial no ambiente artificial. Guaíra tem uma parcela de terras à margem do lago da hidrelétrica Porto Colômbia, porém está muito longe da cidade. Aos fundos do Guaritá, a mais de 30 quilômetros de distância, pouco atrativo para investimentos turísticos, especialmente porque o único acesso é por estrada de terra. Melhor assim se tivéssemos dependência econômica sofreríamos como Planura, Colômbia e Miguelópolis. Nada contra o desenvolvimento turístico da cidade, mas quando se trata de lago de hidrelétrica é bom avaliar antes, porque quando o que está em jogo é o abastecimento de energia elétrica de milhões de pessoas, os reservatórios podem aumenta ou diminuir drasticamente, dependendo da necessidade. Contratempos servem justamente para que projetos sejam ajustados.

Carnaval

Vem chegando ai a folia de Momo. Como sempre fiz eu continuo com minha campanha pela regionalização dos eventos de Guaíra. Não neste porque nem dá tempo. É começo de mandato e ainda não começaram as aulas nas faculdades. Aqui sempre sugeri que os estudantes universitários que recebem bolsa e auxilio transporte da Prefeitura deveriam ser usados na divulgação. A distribuição de cartazes pelas faculdades da região seria uma forma de propaganda barata e com público seleto. A ideia continua valendo para os demais eventos do ano como Ecal e Feag.

Mordendo vento

Dizem nos recantos do norte paulista que tem lá um cãozinho de madame que tem um quintal. Ele chama de ‘fazenda’, mas não é, quintalzinho que bem medido tem 1,8 alqueires. Ele grita aos quatro ventos que leva o seu estilo cão de madame rica com os proventos desta terra de unha — que se bem administrada deve render, tirando as despesas, menos de um salário mínimo por mês, sem direito a 13º. Mas coma realidade bate a porta o cãozinho latiu até alugar sua boca, que ele diz ser de pit bull, mas não é, é boquinha de poodle. Está a serviço de cuidar de um carrinhno, que ele chama de Ferrari, mas não é, não passa de um fusca vermelho. E lá no seu quintalzinho com medo de perder os proventos que dão o leitinho da ninhada ele esbraveja e esperneia não contra os ladrões, mas contra os outros cães. Mas ninguém dá a graça de pular no feudo de formiga, então para receber sua tigela de restos ele tem morder vento. Mostrar os dentes às moscas. Pior é que o patrão do cachorro não pode assumir a relação com o poodle amante então joga os restos escondidamente por cima do muro. Triste esta vida de cão de quintal, sem dono, melhor ser vira latas.

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