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O perigo está também na mamadeira

Vez por outra aparece uma notícia alarmante, como a divulgada no Bom Dia Brasil de segunda-feira. Mamadeiras são fabricadas com um tipo de material que representa risco de causar câncer nas crianças e outros distúrbios em adultos. Diversas marcas de mamadeiras são fabricadas ainda com bisfenol A (BPA), uma espécie de resina nociva à saúde encontrada na maioria dos plásticos. Para muitos cientistas, a substância pode estar por trás do aumento de algumas doenças, entre elas o câncer de mama, os distúrbios cardíacos, a obesidade e a hiperatividade. Na Inglaterra, empresas de mamadeira estão silenciosamente retirando o bisfenol A de seus produtos.

Fomos pesquisar para conhecer esse componente: o Bisfenol A é um composto usado na fabricação de plásticos e revestimentos de outros materiais.  Conforme mostram pesquisas, a presença desse químico no organismo humano pode causar anomalias hormonais e outras doenças, como o câncer.

A discussão sobre a eliminação do BPA, como é conhecido o Bisfenol A, do processo de manufatura do plástico é constante em âmbito internacional. No Canadá, na França, na Dinamarca e na Costa Rica, por exemplo, é proibido fazer uso desse elemento para a fabricação de mamadeiras, outras nações estudam seguir o mesmo caminho.

O que mais preocupa é a ignorância – ou seria insensibilidade – das pessoas que fabricam e comercializam essas mamadeiras. Talvez seja a necessidade de obtenção do lucro a qualquer custo que leva os químicos, os fabricantes e os comerciantes a ignorar o alerta dos cientistas, que conhecem os riscos e estão alertando constantemente.

No Brasil, o assunto ainda é pouco conhecido e ignorado por autoridades e diversos setores da indústria. Hoje, nos Estados Unidos existem 80 mil produtos químicos usados na indústria, mas, só 200 foram estudados com profundidade e apenas três foram proibidos.

São novidades como estas que surgem no dia a dia que nos convence que o homem não se importa com a vida (dos outros) porque da sua ele cuida da melhor maneira. É egoísmo, é falta de amor ao próximo.

 

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